Ajuda profissional, ter ou não ter?

Nos mudamos a quatro anos, e desde então, a questão da organização sempre foi uma pedra no meu sapato. No início, minha mãe nos ajudava. Quando saíamos para visitar minha sogra no final de semana, ela e minhas tias vinham aqui para casa e limpavam tudo. Deixavam o apartamento novinho em folha. Depois, passei a contar com a ajuda da pessoa que fazia a limpeza da casa da mãe a cada duas semanas. Com a desorganização que tomou conta da minha vida, passei a gostar de vir para casa só depois dos dias de faxina. Nos outros dias era sofrimento.

Agora que entrei nessa onda de destralhar e organizar, cheguei a me questionar se continua sendo necessária a ajuda da nossa semanista. Cheguei à conclusão de que realmente preciso, pois mesmo com as rotinas e com os 15 minutos de organização, há coisas que não consigo fazer. Por exemplo: não consigo limpar o chão como ela. Um problema de hérnia de disco me impede de caprichar na limpeza do piso. Então passo mal e mal uma vassoura ou a feiticeira. Não gosto de limpar a geladeira. Os azulejos do banheiro brilham depois que ela passa. Enfim, preciso dela, senão minha casa ficaria sempre mais ou menos. Mas a rotina e as listinhas fazem qualquer casa funcionar muito bem.

Em janeiro de 2012 a Revista Época publicou uma matéria sobre o fim das empregadas domésticas. Não é exatamente este o tema do post, mas serve para ilustrar que mesmo tendo ajuda profissional, somos cada vez mais responsáveis pela manutenção e organização do nosso lar.

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